Continuo lendo o livro da Renata (que intimidade! parece até que conheço a escritora...), e começa a colocar mais os pés no chão. É que está ligado à escrita em geral (queria o quê, ô Oswaldo!), e se liga muito à teoria. Imagino que quem vem, vem seco pela prática, e não encontrará aqui, também, salvo alguns exercícios e dicas úteis.
Mas se é um candidato à ficcionista, não vai ser aqui que vai beber o segredo do caminho... Mas leia, vale.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Spunk & Bite
Hoje o Helinho, Helio Salles Jr, para quem não sabe, emprestou-me dois livros que foi este Spunk & Bite, sobre técnicas não convencionais em escrita criativa, e, no pulo, peguei mais um, que é o Creating Short Fiction, que tem tudo a ver também.
Vejamos se vou ter tempo para ler os dois.
Vejamos se vou ter tempo para ler os dois.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Da série "Eu e a Fani"
Ontem eu perguntei à minha cadelinha: "Você é feliz?". Ela mascou o meu dedo indicador levemente.
Acho que não entendi a sua resposta.
Será que foi "Não. Mas sei que você faz o que pode". Ou seria "Se você latir em vez de falar, talvez eu entenda o que você quer dizer...".
Mas achei que, no final, foi mesmo "Já tomou o seu Rivotril de hoje?"
Acho que não entendi a sua resposta.
Será que foi "Não. Mas sei que você faz o que pode". Ou seria "Se você latir em vez de falar, talvez eu entenda o que você quer dizer...".
Mas achei que, no final, foi mesmo "Já tomou o seu Rivotril de hoje?"
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Escrita Criativa
Durante um ano fui o geninho que sabia que lá fora "oficina literária" era "escrita criativa".
Usei bem usada a novidade. Afinal de contas dizer que vai dar uma oficina de Escrita Criativa é bem mais charmoso do que dizer que vai promover uma Oficina Literária.
Foi bom e me aproveitei.
Agora tem mais gente na parada, e uma delas é a Renata Di Nizo. Que trouxe lá das Európidas a "novidade".
Fazer o que, né? Comprei o livro dela. Por enquanto é blá-blá-blá. Vamos ver se mais para a frente tem conteúdo.
Inté.
Usei bem usada a novidade. Afinal de contas dizer que vai dar uma oficina de Escrita Criativa é bem mais charmoso do que dizer que vai promover uma Oficina Literária.
Foi bom e me aproveitei.
Agora tem mais gente na parada, e uma delas é a Renata Di Nizo. Que trouxe lá das Európidas a "novidade".
Fazer o que, né? Comprei o livro dela. Por enquanto é blá-blá-blá. Vamos ver se mais para a frente tem conteúdo.
Inté.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Acadêmico também escreve sacanagem
Pois é, eu achava, ignorante que sou, que o João Ubaldo era um cara sério, até chancelado, coroado pela ABL.
Viche! Fui ler "A Casa dos Budas Ditosos", e fiquei em polvorosa!
(intervalo)
Você já viu alguém dizer que ficou em polvorosa?
(fim do intervalo)
Caraca, véio! Eu sabia que ele tinha um tempero em seus escritos, mas ainda não o tinha lido.
(intervalo)
Minha especialidade é não ter lido quem todo mundo leu, inclusive Dostoievsky, Tolstoi e o Paulo Coelho.
(fim de intervalo)
Pois é, né? O livro é uma delícia de sacanagem. O cara incorpora uma mulher e sai mandando jaca, esculhambando no caminho tudo o que ele pode, inclusive o Lacan
(intervalo)
Belíssima sacaneada, diga-se de passagem. Parece que o Lacan se arrependeu em seu leito de morte e desdisse tudo o que tinha falado. O Ubaldo não fala isto, mas eu soube. Foi um forrodobó dos cacete, mas os Lacanianos já estão recompostos, e afinal até o Pai de todos também falou merda né...
(fim de intervalo)
O fato é que vai acontecer que nem com a Isabel Allende, que eu tinha preconceito. Agora vou ser obrigado a ler tudo o que do Ubaldo cair na minha mão...
Pode esse nome? Ubaldo...
Viche! Fui ler "A Casa dos Budas Ditosos", e fiquei em polvorosa!
(intervalo)
Você já viu alguém dizer que ficou em polvorosa?
(fim do intervalo)
Caraca, véio! Eu sabia que ele tinha um tempero em seus escritos, mas ainda não o tinha lido.
(intervalo)
Minha especialidade é não ter lido quem todo mundo leu, inclusive Dostoievsky, Tolstoi e o Paulo Coelho.
(fim de intervalo)
Pois é, né? O livro é uma delícia de sacanagem. O cara incorpora uma mulher e sai mandando jaca, esculhambando no caminho tudo o que ele pode, inclusive o Lacan
(intervalo)
Belíssima sacaneada, diga-se de passagem. Parece que o Lacan se arrependeu em seu leito de morte e desdisse tudo o que tinha falado. O Ubaldo não fala isto, mas eu soube. Foi um forrodobó dos cacete, mas os Lacanianos já estão recompostos, e afinal até o Pai de todos também falou merda né...
(fim de intervalo)
O fato é que vai acontecer que nem com a Isabel Allende, que eu tinha preconceito. Agora vou ser obrigado a ler tudo o que do Ubaldo cair na minha mão...
Pode esse nome? Ubaldo...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Islândia e sua Prime Minister Gay
É. A sacanagem é que só lhe entregaram o posto quando o pais já estava ferrado, não sei como é que pode, com a bolha americana.
Seja como for, pelo menos um paiseco, que já não se pode mais chamar de rico (só financeiramente), começa a derrubar o preconceito de que o que está embaixo pensa mais do que está em cima.
E não pensem que o Brasil está tão atrasado assim. Lembram da eleição de São Paulo?
Quando aquela mulher esquisita tentou jogar a pecha de gay no outro candidato, todo mundo caiu de pau em cima (não literalmente), e o prefeito foi reeleito.
Tchau, Martita...
Vê se pode!
Hoje eu li no Correio Braziliense que cientistas japoneses, os mesmos que vão criar uma mulher que quando gozar vai ficar fluorescente, para não haver a menor dúvida, transplantaram células mãe humanas para ratos.
- Só faltava mais esta!
Tiveram a pachorra de quebrar (disseram danificar - assim dói menos) a espinha de não sei quantos ratos, deixando-os paraplégicos, e depois colocaram no dodói células mãe humanas.
Um mês depois estavam todos serelepes, correndo para lá e para cá.
Imagino que o próximo, e natural, passo será injetar células de ratos em paraplégicos (humanos). O único risco será o paciente desenvolver um rabo, ou um gosto excessivo por queijo...
- Só faltava mais esta!
Tiveram a pachorra de quebrar (disseram danificar - assim dói menos) a espinha de não sei quantos ratos, deixando-os paraplégicos, e depois colocaram no dodói células mãe humanas.
Um mês depois estavam todos serelepes, correndo para lá e para cá.
Imagino que o próximo, e natural, passo será injetar células de ratos em paraplégicos (humanos). O único risco será o paciente desenvolver um rabo, ou um gosto excessivo por queijo...
Oi nois aí stravêz!
Achei que talvez não fosse aceitar o mesmo nome outra vez. Mas eis que aceitou, e o Oswaldo Pullen está blogado novamente. Estive até como "Policistico" e "Exsudato", mas não dá mesmo. Não estou sempre assim tão mal humorado, e portanto estes nomes são meio heavy.
Taí, então vamos lá.
Taí, então vamos lá.
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